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Tag: Manutenção

AS PLANTAS E O TEMPO SECO

Outro dia estava lendo uma reportagem e achei que seria legal compartilhar algumas informações aqui com vocês. O tempo seco coincide com as baixas temperaturas do outono e do inverno. E nessa época de estiagem, é essencial tomar certos cuidados para que as plantas fiquem saudáveis.

A irrigação das plantas nesta época não precisa ser maior, mas é indicado molhar as plantas na parte da manhã para que a espécie tenha o dia todo para absorver a umidade. Para as plantas em vasos, vale sempre a dica de colocar o dedo sobre o solo: se a terra grudar nos dedos, não é hora de irrigar. Caso contrário, molhe com a quantidade suficiente para que o torrão da planta receba a água, distribuindo-a por todo o vaso de forma suave.

Muita atenção com as podas, pois não são indicadas no período de estiagem. O corte estimula as brotações que podem ser danificadas pelo frio. Para as plantas que florescem no outono e no inverno (como a camélia, as azaleias e os jasmins amarelos), a poda nesta época é ainda mais prejudicial porque restringe o crescimento das flores.

A adubação é sempre melhor aproveitada quando a planta está com sua atividade orgânica acelerada, o que ocorre nos períodos mais quentes e úmidos (seja a umidade natural ou proveniente da irrigação). Contudo, para as plantas citadas acima, que dão flores no outono e no inverno, a adubação estimula a floração. Nesse caso, use fertilizantes orgânicos, como húmus de minhoca ou esterco de galinha.

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Informações retiradas do site: http://mulher.uol.com.br/

DICAS PARA TER E CUIDAR DE UMA HORTA

Já falei algumas vezes aqui no blog sobre ervinhas e temperos…e hoje vou dar mais algumas dicas para quem quer ter e cuidar de uma hortinha…!!!

Se você tem espaço no quintal, pode ter uma hortinha um pouco maior…como as de alvenaria, um pouco mais altas…isso vai evitar que você fique com dor nas costas na hora de colher ou cuidar das plantas. Mas se você é como eu e tem pouco espaço no apartamento, pode usar até o parapeito da janela. Mas uma coisa é importante independe do tamanho de sua horta…elas precisam de pelo menos quatro horas diárias de sol e regas todos os dias para que se desenvolvam.

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Cuidado ao escolher as espécies que dividirão a mesmo espaço. A hortelã tem raízes invasoras, que destroem as de outras espécies, por isso deve ser plantada sozinha. O que se usa mais é melhor ter em vaso separado. Algumas misturas que dão certo: alecrim, tomilho e sálvia; manjericão, anis, carqueja e sálvia; e manjericão, manjerona e cebolinha.

Uma horta caseira pode ter o luxo de ser orgânica. E uma boa opção de adubo orgânico é o húmus de minhoca. Mas evite misturá-lo à farinha de osso, porque os cachorros são atraídos pelo cheiro e a torta de mamona é tóxica para bichos e crianças.

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Um vaso com boa drenagem exclui um dos problemas fatais para as ervas e os temperos: o apodrecimento da raiz.

A regra para ter ervas verdejantes é simples e boa de aplicar: quanto mais são consumidas, maior é o estímulo à produção de novas folhas. Se faltar fôlego para usá-las, vão murchar e secar. Nesse caso, opte por uma poda vigorosa. Corte as folhas e aguarde…logo despontarão novamente.

70% do sucesso da horta deve-se ao preparo do solo. Em canteiros, caixas ou vasos, a terra precisa ter uma adubação equilibrada. Misture duas partes de terra comum, uma parte de composto orgânico (ou húmus de minhoca) e uma parte de areia. O canteiro não pode ter pedras e o solo deve estar bem fofo para que as pequenas raízes encontrem caminho livre para crescer.

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ADUBAÇÃO QUÍMICA

Os adubos químicos ou inorgânicos são produzidos industrialmente em formas líquidas (mais próprias para as folhas), ou granuladas (como os adubos de liberação controlada, que vão se dissolvendo aos poucos na terra). Esses produtos agem mais rápido e tem concentração mais forte que os adubos orgânicos.

O mais usado nos jardins é identificado pela sigla NPK…!!! Mas o que significa essa sigla…quem lembra das aulas de química no colégio levanta a mão…!!! N-nitrogênio, P-fósforo e K-potássio. Existem vários tipos de NPK e a numeração deles indica a quantidade de cada elemento existente na composição.

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EXEMPLO: o NPK 4-14-8 (um dos mais comuns no mercado) tem 4% de nitrogênio, 14% de fósforo e 8% de potássio.

E para que serve cada elemento desses no desenvolvimento da planta?!

– o nitrogênio estimula a brotação e o enfolhamento;

– o fósforo é responsável pela produção de energia, incentivando a floração e a frutificação;

– o potássio fortalece os tecidos vegetais, tornando as plantas mais resistentes a pragas e ao frio, além de atuar no crescimento das raízes.

Por isso, dependendo das necessidades da planta, um tipo diferente de NPK deverá ser indicado. Uma dica muito importante é regar as plantas logo após a adubação, pois a água ajuda na rápida dissolução e penetração do adubo. Além disso, a irrigação evita que as raízes sofram com possíveis queimaduras.