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Mês: Janeiro 2016

GUARDANDO AS FERRAMENTAS DE JARDINAGEM

E então leitores queridos…estão botando muito a mão na massa…ou melhor, na terra…com as dicas e posts aqui do blog?!

Para aqueles que gostam de cuidar do próprio jardim e mesmo para aqueles que gostam, mas não tem muito tempo pra isso, resolvi mostrar aqui hoje, lugares charmosos para guardar as ferramentas de jardinagem. É sempre bom acondicionar tudo de forma correta para garantir maior durabilidade das ferramentas. Mesmo que você tenha somente uma pazinha e um podão, sempre dá para dar mais um charme ao seu cantinho.

Se você tem alguma dúvida de quais ferramentas deve ter em um kit básico para cuidar do jardim, eu já fiz um post sobre isso na semana passada. Mas uma dica importante que não falei anteriormente, sempre que você acabar de usar as ferramentas é essencial lavar e secar tudinho para evitar que elas enferrujem e estraguem. E para os podões é legal passar um óleo lubrificante. Eu confesso que uma vez, na falta desse óleo em casa passei óleo de cozinha…e super me arrependo…estraguei meu podão e ficou com um cheiro horrível.

E mais uma vez, não adianta vir com a desculpa que você não tem espaço para arrumar suas ferramentas e deixá-las jogadas por aí. Até em espaços pequeninos é possível ter um lugar para guardar tudo.

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ERROS QUE PODEM PREJUDICAR SUAS ORQUÍDEAS

Prestando atenção em suas orquídeas e colocando em prática os cuidados certos…elas podem se manter sempre vistosas e saudáveis.

1 – Cultivo em vasos de plástico. Prefira os vasos de barro, que são porosos e drenam melhor a água. Isso evita o apodrecimento das raízes.

2 – Não deixe que elas extrapolem o limite do vaso. O ideal é mantê-las dois dedos para dentro da superfície.

3 – Trocá-las de vaso sem reparar de que lado surgem os novos brotos. Chamados de “parte da frente” da orquídea, os brotos devem ficar livres, nunca encostados na parede.

4 – Esquecer-se de acrescentar casca de pinus ou placas de madeira e esfagno ou musgo. Além de decorar o vaso, os substratos conservam a água por mais tempo.

5 – Não esterilizar a tesoura antes de podá-las. Para essa operação, utilize um maçarico portátil ou a própria chama do fogão. Mas atenção: espere o instrumento esfriar antes de usá-lo. Esterilize novamente antes de manipular outra planta, para evitar transmissão de doenças.

6 – Não passar um cicatrizante após a poda. Neste caso, utilize canela em pó que é um cicatrizante natural.

7 – Ignorar as manchas na folhagem. Elas podem indicar que a planta tenha sido atacada por uma praga.

8 – Usar o mesmo vaso depois de eliminar pragas. O ideal é trocar o recipiente por um novo. Caso não seja possível, lave-o bem com cloro e finalize com detergente neutro, enxaguando antes de replantar sua orquídea.

9 – Não reparar na coloração da folhagem. Se estiver muito escura, é sinal de carência de luz. Nesse caso, troque a orquídea de lugar.

10 – Não identificar as orquídeas com plaquinhas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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TREPADEIRAS E SUA FIXAÇÃO

As trepadeiras ou lianas são bem versáteis e podem ser usadas em qualquer estilo e tamanho de jardim. Elas acrescentam charme e romantismo a diversos projetos. Integram ou separam os espaços no jardim com naturalidade… na forma de cercas, caminhos com arcos, caramanchões ou simples e delicadas treliças.

Mas muita gente tem dúvida de como as trepadeiras se agarram às estruturas…se precisam de amarração ou não…entre outras coisas! Por isso hoje vou explicar um pouquinho sobre cada tipo de trepadeira e como se fixam.

Trepadeiras com gavinhas: também conhecidas como sarmentosas, elas apresentam estruturas, que podem ser folhas ou ramos modificados, capazes de se enrolar no suporte, permitindo assim a fixação e ascendência da planta.

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Trepadeiras volúveis: seus caules e ramos jovens são capazes de se enrolar na estrutura, durante o crescimento da planta. Fixando-se em suportes mais estreitos, como fios de nylon ou arame, e até mesmo colunas.

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Trepadeiras de raízes adventícias: ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e grudam no suporte, com muita aderência.

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Arbustos Escandentes: apesar de não serem trepadeiras, podem ser conduzidas sobre diversos suportes, desde que bem tutoradas e amarradas. Durante o crescimento, seus ramos iniciam eretos e pendem após atingir certo comprimento.

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